quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

depoimento de um querido amigo.

As coisas estão acontecendo de uma forma que a gente não previa, e caíram mais lágrimas do que deveria. Mas ainda vejo que podemos agüentar, somos fortes o bastante. Caíram alguns sorrisos também, juntamos e colamos junto ao rosto. Sentimentalistas dialéticos, por vezes acreditamos em deus, noutras não gostamos de dar adeus as coisas e lugares, mas ainda temos coragem para isso, somos corajosos o bastante. Entregam-nos rótulos, pegamos entre os dedos, olhamos, rimos e não usamos, e não usamos nada que não nos caiba bem, e não há mal nenhum nisso. Falamos de nós por que somos o que nos convém e falamos das flores também. As portas estão sempre abertas e nós não temos medo de entrar e nem de entrar num bar qualquer e fazer rimas improvisadas. Estas serão tatuadas e já não mais lembradas pelas palavras e sim pela emoção que se fez presente. Ela diz que há uma verdade, eu caio em lágrimas às dúvidas, entre moços, donzelas, monstros e aquarelas procuramos rostos interessantes, e já encontramos um ao outro.

mike

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